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18 de janeiro de 2021

WhatsApp volta atrás e adia nova política de privacidade; entenda

Depois de muita polêmica nos últimos dias causada por novos termos de serviço , sem falar em uma “debandada” dos usuários para plataformas alternativas como o Telegram e Signal, o WhatsApp decidiu recuar: a empresa anunciou nessa sexta-feira (15) que os novos termos passam a valer a partir de 15 de maio, em vez de 8 de fevereiro com originalmente programado.

Em um post em seu blog, a empresa lembra que foi fundada tendo a privacidade como princípio básico: “O WhatsApp foi construído com uma idéia simples: o que você compartilha com seus amigo e família fica entre vocês. Isso significa que sempre iremos proteger suas conversas com criptografia ponta-a-ponta, para que nem o WhatsApp, nem o Facebook, possa ver suas mensagens privadas.”

“É por isso que não mantemos registros de para quem você está mandando mensagens ou ligando. Também não conseguimos ver os dados de localização que você compartilha, e não compartilhamos sua lista de contatos com o Facebook”, lembra.

Segundo a empresa, os novos termos de serviço foram mal-compreendidos. Os usuários terão novas opções para interagir com empresas no WhatsApp , e eles dão mais transparência sobre como os dados dessas interações serão coletados e usados.

“Embora nem todo mundo interaja com uma empresa no WhatsApp hoje, acreditamos que as pessoas vão querer fazer isso no futuro, e é importante que estejam cientes destes serviços”, diz o WhatsApp.

O WhatsApp promete que ninguém terá sua conta excluída ou suspendida em 8 de fevereiro, e que fará “muito mais” para desfazer o mal-entendido sobre como a privacidade e segurança funcionam em seu app .


Fonte: IG.com

12 de janeiro de 2021

BNB vai lançar linha de crédito exclusiva para mulheres

O Banco do Nordeste (BNB) vai lançar uma nova linha de crédito específica para fomentar o empreendedorismo feminino. Para isso, foi assinado na segunda-feira, 11, um contrato com o Banco Europeu de Investimentos (BEI) para captação de recursos, no valor de 200 milhões de euros. Os recursos serão aplicados por meio do Crediamigo, considerado hoje o maior programa de microcrédito da América do Sul.

A data de lançamento ainda não foi divulgada. Mas a linha de financiamento prevê empréstimos de até € 1.000, aproximadamente R$ 6.550 (considerando a cotação de 7 de janeiro), e terá prazo máximo de três anos, sem garantia da União, sendo o pagamento do principal no final - com juros, podendo ser mensal, semestral ou anual, a critério do Banco do Nordeste.

De acordo com o BNB, o foco da ação visa ao enfrentamento das consequências econômicas da crise sanitária e ao combate à extrema pobreza, além de contribuir para a temática de gênero, considerando que as mulheres têm participação significativa nas operações de microcrédito.

Na carteira ativa do Crediamigo, atualmente, 66% dos clientes são mulheres. Para o presidente do BNB, Romildo Rolim, a ação, em parceria com o BEI, cria um mecanismo com potencial de largo alcance para as microempreendedoras da área de atuação do BNB.

"A nova linha de financiamento constitui uma política a mais dentro do esforço de manter a renda da população, incentivando o empreendedorismo no segmento, e traduz a credibilidade do BNB em âmbito internacional".

O BEI, com sede em Luxemburgo, é braço financeiro da União Europeia e concede empréstimos aos setores público e privado, apoiando empresas e empreendedores por meio de bancos locais ou regionais, a exemplo do Banco do Nordeste. Também financia diretamente empresas de maior porte, desde que os projetos observem elevados padrões técnicos, ambientais e sociais.


Fonte: O Povo Online

4 de janeiro de 2021

Senadores querem prorrogação imediata do auxílio emergencial


O fim do pagamento do auxílio emergencial é motivo de preocupação entre os senadores. A ajuda financeira é considerada essencial para a manutenção da atividade econômica e também uma forma de manter um mínimo de qualidade de vida para milhões de famílias brasileiras. 

O governo já sinalizou que não tem a intenção de prorrogar o auxílio, mas senadores têm buscado alternativas para que a ajuda continue sendo paga em 2021. É o caso de Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Esperidião Amin (PP-SC), que apresentaram projeto que estende o auxílio emergencial e prorroga o estado de calamidade pública até o fim de março de 2021 (PL 5.495/2020). Pela proposta, o valor do auxílio seria de R$ 300 ou R$ 600, conforme a condição do beneficiário. 

Alessandro avalia que a crise econômica decorrente da pandemia da covid-19 fez com que milhões de brasileiros batessem à porta da pobreza. Para ele, a aprovação do auxilio emergencial foi um passo correto em resposta à crise. A duração da pandemia levou o senador a ponderar que “para combater os prejuízos econômicos que se estendem, é necessário prorrogar o prazo inicialmente previsto para o auxílio emergencial”. 

Como a vacinação contra o coronavírus ainda deve demorar alguns meses, Alessandro entende que o Parlamento não pode aceitar o fim do estado de calamidade se a calamidade continua. Ele ressaltou que “por conta da inércia do governo federal, simplesmente não teremos um programa nacional de vacinação em execução antes de março”. 

Para o senador, é preciso fazer uma ponte para manter o mínimo de estabilidade social até que ocorra a vacinação e a economia com condição de crescer novamente. "A agenda social precisa ser revista, para abranger as milhões de famílias vulneráveis à pobreza que a pandemia evidenciou. Não podemos cogitar de subitamente retirar das famílias a renda que aqui garantimos. O estado brasileiro necessariamente deve caminhar rumo a um novo patamar de proteção social", declarou o senador. 

Longe da normalidade 
A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) também apresentou um projeto que autoriza o Executivo a prorrogar o auxílio emergencial como medida de enfrentamento da crise (PL 2.928/2020). Outro projeto, dos senadores Rogério Carvalho (PT-SE) e Paulo Rocha (PT-PA), estende o pagamento do auxílio emergencial durante todo o primeiro semestre de 2021 (PL 5.494/2020). Por esse projeto, o valor da ajuda seria de R$ 600, pelo menos, e também incluiria trabalhadores da cultura e agricultores familiares. Na justificativa do projeto, os senadores do PT estimam que “imaginar todo o planeta imunizado e a economia mundial retornando à normalidade não é para agora”. 

Eles ainda ressaltam que “desafios burocráticos, financeiros e de logística são alguns dos entraves que certamente levarão incertezas até pelo menos meados de 2021”. Segundo Rogério Carvalho, as medidas de proteção social continuam sendo necessárias e urgentes.

"Por isso apresentamos proposta para que o auxílio emergencial seja pago no mínimo até o final do primeiro semestre de 2021 e que o valor volte para R$ 600. Quem tem fome não pode esperar", destacou o senador, no Twitter. Medida Provisória O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) destacou, por meio de sua conta no Twitter, que a partir de janeiro, cerca de 65 milhões de brasileiros deixarão de receber o auxílio emergencial, 150 mil dos quais amapaenses. 

O senador sugeriu que o Congresso Nacional seja convocado de forma extraordinária para analisar a Medida Provisória (MP) 1.000/2020 que prorroga o auxílio emergencial até o fim de 2020 e alterar o texto para ampliar o prazo do auxílio por mais três ou seis meses. Segundo o senador, são 14 milhões de brasileiros sem nenhuma outra fonte de renda, que estarão abandonados à própria sorte. "É uma questão vital e essencial para impedir um caos social em nosso país: a votação urgente e necessária da prorrogação do auxílio emergencial", declarou o senador em vídeo divulgado por sua assessoria.


Fonte: Imirante.com

30 de dezembro de 2020

Ministério da Saúde: vacinação poderá começar em 20 de janeiro

A vacinação contra a covid-19 pode começar no dia 20 de janeiro, segundo o Ministério da Saúde. Se não for possível, em um cenário “médio”, a imunização poderia ter início entre esta data e 10 de fevereiro. Em um cenário menos favorável, a vacinação no Brasil poderá ocorrer a partir de 10 de fevereiro.

A projeção foi apresentada pelo secretário executivo da pasta, Élcio Franco, em entrevista coletiva hoje (29) na sede do órgão, em Brasília. Franco destacou que o melhor cenário depende de uma conjunção de aspectos, especialmente dos laboratórios com vacinas em desenvolvimento cumprirem os requisitos de registro, seja emergencial ou definitivo.

“Isso [a vacinação no dia 20 de janeiro] vai depender de uma série de fatores, inclusive de logística, e dos laboratórios estarem em dia com o seu processo de submissão contínua e do processo de registro com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Não depende de nós, depende do laboratório cumprir com a sua parte”, declarou.

Países como Estados Unidos, Reino Unido e nações da União Europeia já iniciaram planos de imunização contra a covid-19. Na América do Sul, a Argentina começou a aplicar um imunizante contra a doença em públicos prioritários.

Uma das opções cogitadas pelo Ministério da Saúde para a imunização da população brasileira é a vacina desenvolvida pela Pfizer - já autorizada nos Estados Unidos e na Europa. Mas até agora a empresa não deu entrada no pedido de autorização emergencial.

Ontem, a farmacêutica divulgou nota na qual afirmou que participou de reunião com a Anvisa no dia 14 de dezembro para “esclarecer dúvidas sobre o processo de submissão para uso emergencial” e que a solicitação não ocorreu até agora porque as “condições estabelecidas pela agência requerem análises específica para o Brasil, o que leva mais tempo de preparação.”

Segundo a Pfizer, entre as condições exigidas estaria o levantamento de dados sobre aplicação da vacina em brasileiros. Em agências de outros países, acrescentou a nota da empresa, a análise não faz distinções entre populações específicas.

A Pfizer argumentou que o processo demanda apresentação do quantitativo de doses, o que só poderia ser definido após a celebração de um contrato definitivo.
Registro de vacinas

O secretário executivo do Ministério da Saúde afirmou que a equipe está à disposição da Pfizer, ou outras empresas, para esclarecimentos sobre informações que facilitem a solicitação do registro.

Entretanto, Élcio Franco ponderou que o contrato mencionado pela farmacêutica só poderá ser celebrado após a autorização pela Anvisa. “Não temos criado nenhuma dificuldade, apenas primamos pela segurança e legalidade. O que temos pedido desde o início de dezembro é que elas solicitem o registro. Esta é a condição para adquirir. Se falta algum dado ela não nos solicitou.”

Quanto às demais empresas que desenvolvem imunizantes, os representantes do Ministério da Saúde informaram que solicitaram a elas que encaminhem os pedidos de registro à Anvisa. Segundo Élcio Franco, o Instituto Gamaleya, responsável pela vacina russa Sputinik V, informou que vai começar a fase 3 de estudos, o que possibilitaria a solicitação para uso emergencial.

Já a vacina da Universidade de Oxford e da Astrazeneca concluiu a fase 3 e está “em vias” de apresentar o registro. Neste caso, o governo já celebrou um acordo de encomenda tecnológica para produção pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).


Fonte: Agência Brasil

15 de dezembro de 2020

Projeto prevê saque do FGTS para reforma de imóveis de pessoas com deficiência

Começou a tramitar no Senado o Projeto de Lei (PL) 5.266/2020, que permite o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagamento de reforma ou adaptação de imóvel de pessoa com deficiência. O texto insere essa previsão no artigo 20 da Lei do FGTS (Lei 8.306, de 1990). 

De acordo com o projeto, a pessoa com deficiência beneficiada poderá ser o titular da conta vinculada ao FGTS ou um habitante de seu domicílio. O autor da proposta é o senador Carlos Viana (PSD-MG). Além disso, o texto determina que, para ter direito a essa nova modalidade de saque do FGTS, a pessoa com deficiência tem que comprovar sua condição — e para isso poderá utilizar os serviços de perícia da Receita Federal e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 

“Não é lógico que o FGTS possa ser usado para a aquisição de novo imóvel, mas não para a reforma de um que já existe. Essa limitação é especialmente dura para a pessoa com deficiência, que frequentemente precisa adaptar seu imóvel para sua vida cotidiana. Isso é especialmente evidente para a acessibilidade da deficiência física, mas propomos a flexibilização também para os impedimentos de natureza mental, intelectual e sensorial”, argumenta o senador na justificativa do projeto. 

Possibilidades de saque 
Atualmente, existem algumas possibilidades de saque do FGTS, como: demissão sem justa causa; término do contrato por prazo determinado; aposentadoria; fechamento da empresa; falecimento do trabalhador; financiamento habitacional; estágio terminal em decorrência de doença grave; idade superior a 70 anos; entre outras.

Fonte: Imirante.com

1 de dezembro de 2020

Novembro fecha com queda no número de casos e mortes por covid-19 no Piauí

O mês de novembro fechou com uma queda de 15% no número de casos por covid-19 no Piauí em relação a outubro. Segundo a Secretaria de Saúde do Piauí (Sesapi), novembro registrou 14.140 casos, contra 16.697 do mês passado. Em relação aos óbitos, a queda foi de 16%. Este mês foram contabilizadas 231 mortes, contra 277 em outubro.

O boletim divulgado pela Sesapi na noite desta segunda-feira (30) contabilizou nas últimas 24 horas, 672 novos casos confirmados de covid-19 e 10 mortes.

Dos 672 casos confirmados da doença, 369 são mulheres e 303 homens, com idades que variam de nove meses a 95 anos.

Entre os mortos, cinco homens e cinco mulheres . Eles eram naturais de Santa Cruz do Piauí (89 anos), Coronel José Dias (80 anos), São João da Serra (64 anos) e Teresina (61 e 85 anos). Já as mulheres eram de Alagoinha do Piauí (70 anos), Batalha (30 anos) e Teresina (59, 65 e 78 anos). A vítima de 61 anos não possuía comorbidades.

Total de casos
Ainda de acordo com a Sesapi, os casos confirmados no estado somam 127.686 distribuídos em todos os municípios piauienses. Já os óbitos pelo novo coronavírus chegam a 2.634 e foram registrados em 197 municípios. Até agora, morreram 1.534 homens e 1.100 mulheres.

Dos leitos existentes na rede de saúde do Piauí para atendimento à Covid-19, há 474 ocupados, sendo 290 leitos clínicos e 173 UTIs e 11 em leitos de estabilização. As altas acumuladas somam 6.581 até o dia 30 de novembro.

Recuperados
Até esta segunda, a Sesapi estima que 124.578 pessoas já estão recuperadas ou seguem em acompanhamento (casos registradas nos últimos 14 dias) que não necessitaram de internação ou evoluíram para morte.

Principais dados do boletim 
Internações: 474
Novos casos em 24h: 672
Óbitos em 24h: 10
Total de casos confirmados: 127.686
Total de óbitos: 2.634

Fonte: Cidade Verde.com

23 de novembro de 2020

Governadores decidem que a 1ª vacina liberada será adotada pelos governos estaduais

O governador Wellington Dias (PT) revelou durante uma live na manhã desta segunda-feira (23) que os governadores estão otimistas que a vacina da Covid-19 deverá ser disponibilizada ainda em janeiro de 2021. Wellington Dias, que representa todos os governadores do País na articulação pró-vacina, disse que a primeira vacina que for aprovada pelos órgãos de saúde deverá ser disponibilizada à população.

Ao participar de uma solenidade virtual para entrega de 180 mil chips de celulares para estudantes acompanharem aulas remotas, Wellington Dias afirmou:

“Antes de vir para cá estava com um grupo de governadores a gente comemorando a chance que há de fechar este ano com alguma vacina vencendo a terceira etapa. E para nós governadores é a primeira vacina que for reconhecida e autorizada, que tenha segurança na aplicação, que tenha eficiência, é essa que nos vamos adotar. Está bem avançada a vacina da Sinovac, da China, da Pfizer, americana, Sputnik V, que é da Rússia, vacina de Oxford, que é do Reino Unido, seja qual for a vacina, estamos trabalhando para que ela entre no Plano Nacional de Imunização”. 

Na fala do governador ele citou a Coronavac, vacina que já chegou lotes no Brasil produzida pelo governo de São Paulo e o Instituto Butantã. Wellington Dias ressaltou a esperança de iniciar o ano com a vacinação. 

“Meu sonho e as orações que faço todo dia é para que a gente possa abrir o ano, se Deus quiser, chegar em janeiro em condições do Brasil experimentar vacinação para a gente chegar até março e tenhamos condições de um mutirão, que também não será fácil vacinar mais de 200 milhões de brasileiros pra que se possa ter uma saída segura”, disse o governador.


Fonte: Cidade Verde.com

18 de novembro de 2020

As 11 vacinas contra a covid-19 que estão na última fase de testes clínicos em humanos

Das 48 vacinas experimentais contra a Covid-19 que se encontram atualmente em testes clínicos em humanos, apenas 11 entraram na fase 3, a última antes da homologação pelas autoridades, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A seguir um resumo das primeiras vacinas que podem chegar ao mercado.

Estas são atualmente as vacinas potenciais que parecem as mais avanças e que utilizam uma tecnologia inovadora, que consiste em injetar nas células humanas fragmentos de instruções genéticas chamadas RNA mensageiro, para que produzam proteínas ou "antígenos" específicos de coronavírus. Estas proteínas serão enviadas ao sistema imunológico, que então produzirá anticorpos.

- Pfizer: o grupo farmacêutico americano e seu sócio alemão BioNTech se preparam para solicitar à Agencia de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos uma autorização de utilização de emergência para uma vacina que poderia estar disponível até o fim do ano. As empresas apresentaram há alguns dias resultados provisórios da fase 3 que mostram uma eficácia de "mais de 90%" nos participantes.

- Moderna: a empresa americana de biotecnologia anunciou na segunda-feira que sua vacina tem eficácia de 94,5%. Planeja produzir 20 milhões de doses até o fim do ano.

Várias vacinas apostam nesta tecnologia: os agentes infecciosos do Sars-CoV-2 são tratados quimicamente, ou por calor, para perder a nocividade, ao mesmo tempo que conservam a capacidade de provocar uma resposta imunológica. É a forma mais tradicional de vacinação.

- Sinovac: a empresa de biotecnologia chinesa iniciou um teste de fase 3 para a "CoronaVac" com milhares de voluntários, principalmente no Brasil.

- Sinopharm, outro laboratório chinês, tem dois projetos de vacinas com institutos de pesquisas chineses. O país prevê uma capacidade de produção até o fim do ano de 610 milhões de doses por ano de várias vacinas contra a Covid-19 e o governo já autorizou o uso urgente de algumas delas.

- A empresa indiana Bharat Biotech começou a recrutar em novembro quase 26.000 pessoas para a sua "Covaxin", desenvolvida com o apoio do governo, e aposta em uma vacina disponível no primeiro semestre de 2021.

As vacinas de "vetor viral" usam como suporte outro vírus mais virulento, transformado para adicionar uma parte do vírus responsável pela Covid-19. O vírus modificado penetra nas células das pessoas vacinadas, que fabricam uma proteína típica do Sars-CoV-2, educando seu sistema imunológico a reconhecer o novo coronavírus.

- AstraZeneca, grupo anglo-sueco, e a Universidade de Oxford: sua vacina utiliza como vetor viral um adenovírus. Os resultados do teste de fase 3 são aguardados para as próximas semanas.

- Johnson & Johnson: a empresa americana iniciou dois testes clínicos de sua candidata, composta por um adenovírus modificado, uma de apenas uma dose e a outra com duas doses. Em todo o mundo 90.000 voluntários devem participar da pesquisa. Os resultados devem ser anunciados no primeiro trimestre de 2021.

- CanSino Biological: a empresa chinesa desenvolveu a "Ad5-nCoV" em conjunto com o exército, uma vacina baseada em adenovírus. Os testes de fase 3 começaram no México, Rússia e Paquistão.

- Sputnik V: desenvolvida pelo Centro de Pesquisas em Epidemiologia Gamaleya, em parceria com o ministério russo da Defesa, esta vacina se baseia na utilização de dois vetores virais, dois adenovírus. Os russos anunciaram recentemente uma eficácia de 92%. Porém, o l instituto Gamaleya foi acusado de romper os protocolos habituais para acelerar o processo científico. Várias políticos russos anunciaram que foram vacinados com a Sputnik V. 

- Novavax: a empresa de biotecnologia americana trabalha em uma vacina chama "subunitária" recombinante. O coronavírus possui em sua superfície algumas pontas (proteínas virais) para entrar em contato com as células e infectá-las. Estas proteínas podem ser reproduzidas e apresentadas depois ao sistema imunológico para provocar uma reação. A Novavax iniciou em setembro o teste clínico de fase 3 no Reino Unido e no fim de novembro deve começar um teste nos Estados Unidos. Dados preliminares são aguardados para o primeiro trimestre de 2021.


Fonte: O Povo Online

17 de novembro de 2020

Mega-Sena da Virada vai sortear prêmio estimado em R$ 300 milhões

As apostas para o sorteio especial da Mega-Sena da Virada já podem ser feitas nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O prêmio estimado para esta edição é de R$ 300 milhões, e o sorteio será realizado no dia 31 de dezembro. 

Como nos demais concursos especiais, o prêmio principal não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com acerto de seis dezenas, o valor será dividido entre os acertadores da segunda faixa, com cinco acertos, e assim por diante. 

De acordo com a Caixa, o valor do prêmio principal, caso aplicado na poupança, renderia no primeiro mês mais de R$ 347 mil. Um volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4.50. 

O apostador também pode aumentar as chances de ganhar adquirindo os bolões que são comercializados nas lotéricas. Na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 10. Porém, cada cota não pode ser inferior a R$ 5. É possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas.

Fonte: Imirante.com

16 de novembro de 2020

Mão Santa, é reeleito prefeito de Parnaíba com votação recorde

Mão Santa, é reeleito prefeito de Parnaíba com cerca de 32 mil votos de diferença para o 2° colocado. Foi a maior votação já dada a um candidato a prefeito no município. O Democrata obteve 68,34% dos votos válidos com 100% das urnas apuradas.
Mão Santa (DEM), foi reeleito neste domingo (15) prefeito de Parnaíba para os próximos quatro anos. Com 100% das urnas apuradas, o democrata teve 52.075 votos, o que corresponde a 68,34% dos votos 76.200 votos válidos. Esse será o terceiro mandato de Mão Santa no comando do poder executivo municipal.

Beto, do PP, é o vice-prefeito da chapa na coligação “Parnaíba de Futuro”. O democrata já foi prefeito de Parnaíba na década de 1990 e também ex-governador.

Em segundo lugar ficou o candidato Dr Hélio, do PL. O liberal teve 20.123 votos, que corresponde 26,41% dos votos válidos. Dr. Hélio foi o deputado estadual mais votado em Parnaíba no pleito de 2018.

Em terceiro colocado na disputa, ficou o candidato Samaronne, do PSD, que teve 3.141 votos (4,12% dos votos válidos). Samarone é o atual vice-prefeito de Parnaíba.

Em quarto lugar ficou o Romualdo Seno, com 861 votos, o que representa 1,13% dos votos válidos. Romualdo foi candidato a governador no pleito passado.

A cidade de Parnaíba tem o segundo maior número de eleitores do Piauí. Nestas eleições, 103.347 mil pessoas votaram pelo sistema de biometria, o que representa 4,2% do eleitorado do estado. A eleição em Parnaíba teve abstenção de 18,85% (19.483 eleitores).

Jornal da Parnaíba com informações do GP1

Magnum Cardoso é eleito prefeito de Caxingó com 50,22% dos votos


A diferença de Magnum Cardoso para o atual prefeito do município Washington Luiz foi de apenas 20 votos. 

O jovem Magnum Cardoso, foi eleito prefeito de Caxingó nas eleições deste domingo, 15 de novembro, após conseguir 2.310 votos, 50,22%%, do total computado no município.
Com isso, a partir do dia 1º de janeiro Magnum Cardoso e sua vice, a advogada Jackline Lima, assumem o comando da Prefeitura, onde ficarão pelos próximos quatro anos.

Magnum Cardoso eleito estava disputando o cargo contra o atual prefeito Washington Luiz (PSD), que recebeu 2.290 votos,49,78% dos votos; votos em branco foram 0,78% e os nulos de 2,67%. A abstenção no município foi 9,17%

A diferença de Magnum Cardoso para o atual prefeito do município foi de apenas 20 votos.

Portal Boca do Povo

13 de novembro de 2020

FIEPI realiza primeira pesquisa de Sondagem da Construção Civil


A Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI) iniciou no mês de setembro acompanhamento dos indicadores da Construção Civil no Piauí por meio de pesquisas mensais, a exemplo do que já acontece com as indústrias extrativas e de transformação. O segmento representa mais de 50% do PIB da indústria no Estado.
“Iniciamos uma parceria com os sindicatos da indústria da construção civil para que possamos acompanhar de forma especifica esse setor que é um dos termômetros da economia. Estes indicadores ajudarão no processo de tomada de decisão dos empresários e também servirão de norte para que os governos adotem políticas públicas que possam ajudar a melhorar o setor”, explica o presidente da FIEPI, Zé Filho.
Por orientação do presidente da FIEPI, os dados foram apresentados pela equipe técnica em primeira mão ao presidente do Sindicato da Indústria de Construção Civil de Teresina, Francisco Reinaldo.
O presidente do Sinduscon Teresina enalteceu a iniciativa da FIEPI, que passará a gerar dados importantes para os empresários do segmento.
“É um avanço para nós que fazemos a construção civil no Estado e ajudará no planejamento dos nossos negócios e da economia do Piauí como um todo”, pontua Francisco Reinaldo.

ANÁLISE REFERENTE AO MÊS DE SETEMBRO
Os indicadores da Construção Civil no Piauí de setembro apontam cautela da indústria em comparação ao Nordeste. Enquanto o nível de atividade igual ao usual apresentou o percentual de 36,1% no Nordeste, a construção civil estadual ficou em 30%.

Segundo o diretor de Assuntos Econômicos da FIEPI, Freitas Neto, analisando os dados, percebe-se que a evolução no número de empregados também foi percebida com cautela. A estabilidade nos empregos na região Nordeste manteve-se estável em 60,7%, enquanto essa estabilidade no Piauí ficou em 35%.
“Por outro lado, analisando o critério de aumento no número de empregados, o percentual ficou em 35%, cenário mais promissor que o do Nordeste no mesmo período, com 18,9%”, pontua Freitas Neto.

Avaliando as perspectivas para os próximos 6 meses, a Construção Civil do Piauí no mês de setembro tem se mostrado mais otimista que o resto do Nordeste. Se a perspectiva de aumento no nível de atividade para os próximos 6 meses medido no Nordeste é de 35,2%, no Piauí é medido em 55%.
Essa tendência local também é notada quando as compras de insumos e matérias-primas tem perspectivas de aumento de 55% para os próximos 6 meses, demonstrando mais otimismo em relação ao Nordeste (32,8%).

O bom sinal da Construção Civil do Estado é medido quando a perspectiva de aumento dos empregos para os próximos 6 meses fica acima dos 50 pontos no Piauí (55%). Já o Nordeste crê num cenário de aumento mais tímido, com expectativa de aumento de 34,4%.

O reflexo desse momento de retomada das atividades antes restringidas severamente pela pandemia é fortemente evidente quando a perspectiva para novos empreendimentos e serviços para os próximos 6 meses é medido com um aumento de 65% no Estado. Em números mais distantes, o Nordeste apresentou percentual inferior aos 50 pontos, com 37,7%.

As intenções de investimento para os próximos 6 meses, em que a indústria da construção civil provavelmente tem intenção de investir, é otimista em relação à região Nordeste. No Piauí esse percentual é medido em 45%; o Nordeste mostra-se mais cauteloso, com 34,4%.

Fonte: ASCOM FIEPI

11 de novembro de 2020

Cartão Paraíba está com um novo canal de comunicação com o cliente, Confira!


Com a funcionalidade é possível consultar valor das prestações, desbloquear o cartão, consultar limite para compras e verificar ou alterar o vencimento.
O Cartão paraíba está com um novo canal de comunicação com o cliente. O chat pode ser acessado pelo WhatsApp: 800 280 1958 ou pelo direct das redes sociais do Armazém paraíba. Com a funcionalidade é possível consulta valor das prestações, desbloquear o cartão, consultar limite para compras e verifica ou altera o vencimento, tudo de forma rápida e fácil.

Anvisa mantém suspensão de teste de vacina após saber dados sobre a morte

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recebeu, na manhã desta terça (10), dados referentes à morte do voluntário dos testes da vacina contra Covid-19 Coronavac que descartam a relação entre o incidente e o imunizante. Ainda assim, o presidente da agência, almirante Antonio Barra Torres, afirmou em entrevista coletiva que não tinha informação sobre o suicídio presumido do voluntário -esta é a forma com que a polícia paulista trata o caso, que também pode se tratar de uma overdose. 

Barra Torres pode estar apenas se escorando na questão do sigilo quando diz que esperará informações por canais oficiais, no caso o Comitê Independente Internacional que rege os testes de vacinas mundo afora. Na reunião, Dimas Covas, o diretor do Instituto Butantan, que patrocina os testes da Coronavac e irá produzir o imunizante se ele for eficaz, relatou o episódio em detalhes para os presentes. 

A Anvisa afirma que ainda não recebeu, contudo, relatórios oficiais sobre a morte e que, por isso, não mudaria a decisão de suspender suspensão dos testes da Coronavac. Covas, em conversa com a Folha, afirmou que foi enviado por e-mail à Anvisa com um relatório completo sobre o caso, assinado pelo médico Esper Kállas, responsável pelo estudo do qual fazia parte o voluntário, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. 

Segundo integrantes do governo paulista, não haveria mais motivos técnicos para manter já que os detalhes do caso foram entregues à Anvisa. A reunião desta manhã foi convocada na noite de segunda (9), pouco antes de a Anvisa tornar público que suspenderia os testes. 

Membros da administração paulista afirmam não fazer sentido a suspensão ter sido anunciada apenas 38 minutos após o envio um e-mail sobre o tema, sugerindo a intenção de desgastar politicamente o governo de João Doria (PSDB-SP). A comunicação do evento adverso grave foi feita no dia 6, mas ficou três dias parada no sistema de computadores da Anvisa. Naquele relato não havia dados detalhados do que havia ocorrido. A reunião desta terça poderia, na visão paulista, solucionar o caso. 

A noção prevalente é a de que há má vontade política por parte da agência contra a vacina de origem chinesa que será produzida em conjunto com o Instituto Butantan. 

O presidente Jair Bolsonaro deu o tom dessa disputa nesta manhã, ao celebrar o que chamou de vitória sobre Doria com a suspensão dos testes. A Anvisa teoricamente é uma agência reguladora independente. 

O próprio Barra Torres afirmou na entrevista que há "uma guerra política lá fora", e que seria importante deixá-la distante das atividades da agência. 


Fonte: Folhapress

10 de novembro de 2020

Anvisa interrompe estudos da Coronavac após "evento adverso grave"

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou, em nota, que suspendeu os estudos clínicos da vacina Coronavac, uma das que estão em estudo contra o novo coronavírus. A suspensão ocorreu por causa de um “evento adverso grave” ocorrido. A Anvisa não informou qual evento seria. Pode ser desde a internação de um voluntário até a sua morte. 

De acordo com a agência, esse evento adverso ocorreu em 29 de outubro. Agora, a agência reguladora vai analisar os dados observados até o momento e julgar sobre o risco/benefício da continuidade do estudo. Esse tipo de interrupção nos estudos, segundo a Anvisa, é parte dos procedimentos de Boas Práticas Clínicas para estudos desenvolvidos no Brasil.

“Com a interrupção do estudo, nenhum novo voluntário poderá ser vacinado. A Anvisa reitera que, segundo regulamentos nacionais e internacionais de Boas Práticas Clínicas, os dados sobre voluntários de pesquisas clínicas devem ser mantidos em sigilo, em conformidade com princípios de confidencialidade, dignidade humana e proteção dos participantes”, acrescentou a agência, em nota. 

A Coronavac está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Dez dias antes do “evento adverso grave” ser registrado, ela foi considerada a vacina mais segura dentre todas as testadas pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.


Fonte: Imirante.com