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19 de outubro de 2014

Parnaíba inicia as comemorações do Dia do Piauí neste 19 de Outubro

A abertura das comemorações pelo 192º Aniversário de Adesão do Piauí à independência do Brasil teve início na manhã deste domingo, 19 de outubro, na cidade de Parnaíba. A solenidade contou com o tradicional desfile cívico militar e missa em ação de graças, celebrada na Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores.
Aniversário do Piauí em Parnaíba(Imagem:Paulo Barros)
Na Praça da Graça, o Secretário de Governo, Freitas Neto, que na oportunidade representou o governador Zé Filho, recebeu honras militares e depositou uma coroa de flores ao túmulo de Simplício Dias, líder piauiense que participou do processo de independência da província portuguesa. Em seguida, o secretário fez o hasteamento da bandeira e assistiu ao desfile cívico militar de Parnaíba.

“Foi aqui na cidade de Parnaíba, no dia 19 de outubro de 1922, que os piauienses aderiram à independência do Brasil, esse ato foi fundamental para integração nacional, o que ajudou na unificação dos estados brasileiros. Esse é um dos momentos mais importantes para história do nosso Estado e participar das homenagens aos heróis do Piauí é uma grande honra”, declarou Freitas Neto.
Aniversário do Piauí em Parnaíba(Imagem:Paulo Barros) 
Ainda em comemoração ao Dia do Piauí, será realizada em Teresina, uma missa em ação de graça na Catedral de Nossa Senhora das Dores, às 18h, na Praça Saraiva.
Sobre o Dia do Piauí
O dia 19 de Outubro foi instituído como Dia do Piauí por meio de projeto de lei de autoria do então deputado estadual José Auto de Abreu e aprovado pela Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). Esta é a data em que a Câmara da Vila de São João da Parnaíba proclamou sua emancipação em relação a Portugal, aderindo à Independência do Brasil.
O grito libertário dos parnaibanos foi liderado pelo presidente da Câmara, João Cândido de Deus e Silva, pelo fazendeiro Simplício Dias da Silva, pelos capitães Domingos Dias da Silva e Bernardo de Freitas Caldas e pelo tenente Joaquim Timóteo de Brito.

Fonte: CCOM / Fotos: Paulo Barros

Para Aécio, Dilma demorou a reconhecer corrupção na Petrobras – e ainda falta agir

Aécio Neves faz campanha neste domingo, no Rio de Janeiro
Um dia depois de ser alvo das apelações mais baixas do PT durante toda a disputa eleitoral, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse estar com a “alma leve” e afirmou, neste domingo, que “é um avanço” o tardio reconhecimento pela presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) de que houve desvio de verbas na Petrobras. Antes de participar de uma carreata pela Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, o tucano lembrou que cobrou em sucessivos debates que Dilma prestasse contas sobre o esquema de corrupção, desvendado pela Operação Lava Jato e delatado pelo réu confesso e ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa.
“As delações premiadas mostram a extensão dessa rede, algo que avilta e traz indignação a todos nós, mas reconheço que é  um avanço admitir que isso aconteceu", disse Aécio, que depois criticou a presidente: "Talvez seja um pouco tarde. E não vi até agora nenhuma atitude dela sobre aquele que é denunciado como receptor da parcela do PT, que era o seu tesoureiro." Era uma referência a João Vaccari, denunciado como o operador do partido responsável por repartir entre petistas os recursos desviados da Petrobras. Vaccari foi mantido no Conselho de Administração da usina hidrelétrica de Itaipu mesmo depois das acusações feitas pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa.
O tucano aproveitou ainda para cobrar que, ao menos na última semana de campanha, Dilma entre no debate de propostas, e não agressões. “Quero fazer aqui um convite para a nossa adversária para que possamos debater propostas, falar do futuro do Brasil. Sou da escola política do meu avô, que ensina que quem deve brigar são as ideias e não as pessoas”, afirmou. Bem-humorado, Aécio foi recebido aos gritos de “Fora PT” por simpatizantes de Dilma na saída da carreata pela orla.
O tucano foi acompanhado em veículo aberto pela mulher Letícia Weber e por aliados como o senador eleito José Serra (PSDB), o presidente do PPS, Roberto Freire, e o “marineiro” Alfredo Sirkis (PSB). O ex-craque Ronaldo e o lutador de MMA Rodrigo Minotauro também acompanhavam o presidenciável no veículo. Outras personalidades, como a atriz Maitê Proença, o ator Ney Latorraca e o técnico Bernardinho, da seleção brasileira de vôlei, também compareceram ao ato. Mesmo sob um sol de 30 graus, a passagem do tucano pela orla de Copacabana chegou a atrair tantos simpatizantes que quase dois quarteirões de uma pista foram ocupados.

Fonte: Veja.com

Tucanos realizam carreata pró-Aécio em Teresina

Os tucanos do Piauí realizaram no último sábado (18) uma carreata de apoio à candidatura do candidato à presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves. 

A carreata percorreu diversos bairros da zona Norte de Teresina e contou com a presença dos deputados estaduais Luciano Nunes e Marden Menezes, do prefeito Firmino Filho e do ex-prefeito Sílvio Mendes.
Tucanos realizam carreata pró-Aécio em Teresina(Imagem:Divulgação)
Tucanos realizam carreata pró-Aécio em Teresina(Imagem:Divulgação)

Fonte: GP1

18 de outubro de 2014

PSDB reage a baixarias de Lula e cita 'desespero' petista

Luiz Inácio Lula da Silva participa de comício com Fernando Pimentel (PT),governador eleito do estado de Minas Gerais em primeiro turno, na praça Duque de Caxias, Belo Horizonte (MG)
O PSDB reagiu neste sábado aos ataques e insultos proferidos pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra o tucano Aécio Neves, em um comício realizado durante a manhã em Belo Horizonte. Candidato a vice na chapa de Aécio, o senador Aloysio Nunes Ferreira emitiu uma nota em que critica a postura do ex-presidente. "No momento em que se pede para elevar o nível do debate, o ex-presidente Lula dá as mais baixas declarações em uma campanha presidencial da história", diz a nota. O tucano atribui a postura de Lula ao "desespero" e ao risco de perder a eleição. Aloysio diz que o episódio deste sábado são mais graves que os de Fernando Collor contra Lula em 1989: "Acaba de surgir um novo personagem na política brasileira. Falta só definir um nome: Fernando Lula de Melo ou Luiz Inácio Collor da Silva."
No ato deste sábado, Lula afirmou que Aécio costuma "partir para cima agredindo" mulheres. Também mencionou o episódio em que o tucano se recusou a soprar o bafômetro em uma blitz. Lula chamou Aécio de "filhinho de papai", o comparou a Fernando Collor - o mesmo que hoje sobe em palanques com Dilma Rousseff. Lula ainda ouviu, sem se pronunciar, militantes fazendo menção ao uso de drogas por parte do tucano.
Para o cientista político Paulo Kramer, professor da Universidade de Brasília, o episódio mostra que o PT nunca se converteu totalmente ao regime democrático e ainda carrega um "DNA totalitário". "É uma postura perigosa. Mas, em se tratando do Lula, não deveríramos demonstrar tanta perplexidade, tanto espanto. Os petistas dificilmente conhecem limites quando se trata de lutar pelo poder ou conservá-lo."
O comício deste sábado deixou claro qual será o papel de Lula na reta final de campanha: o de fazer o jogo sujo petista contra o adversário. O ato comandado por ele em Belo Horizonte foi muito mais um evento contra Aécio do que um ato pela candidatura de Dilma, que não compareceu e foi pouco mencionada nos discursos. Os ataques de Lula ao tucano foram precedidos por discursos igualmente ofensivos.
Além de adotar uma postura indigna de um ex-presidente, Lula desmerece mais de duas décadas de evolução nos debates eleitorais; o uso de boatos e ataques pessoais, que parecia superado depois da tumultuada eleição de 1989, ressurgiu. Lula, que foi vítima vinte e cinco anos atrás, se transformou em agressor. E, se Collor usou um depoimento da ex-mulher de Lula para acusá-lo de ter defendido a realização de um aborto, as agressões do PT se baseiam unicamente em boatos que carecem até mesmo de um autor.
A eleição presidencial deste ano está acirrada - é impossível prever quem sairá vencedor em 26 de outubro. Mas, caso Dilma Rousseff e o PT saiam derrotados, o comício deste sábado em Belo Horizonte deve ficar marcado como o símbolo da degradação do partido que comandou a Presidência da República nos últimos doze anos.


Fonte: Veja.com

Pela primeira vez, Dilma admite que houve desvio na Petrobras

A presidente e candidata a reeleição Dilma Rousseff (PT) admitiu neste sábado (18), em entrevista coletiva, que houve desvio de dinheiro público na Petrobras e fala agora em pedir ressarcimento dos cofres públicos. É a primeira vez que a presidente reconhece desvios na Estatal.
O esquema de corrupção na Petrobras tem sido revelado pelo ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef, presos durante a Operação Lava Jato da Polícia Federal. Entre várias informações, os dois declararam que havia um esquema de cartel e de superfaturamento de contratos da Petrobras. Eles também revelaram que PP, PMDB e PT recebiam 3% dos contratos superfaturados como propina.
Na coletiva, Dilma Rousseff disse que pretende pedir ressarcimento aos cofres públicos de valores desviados da Petrobras. Até o momento, nem mesmo o Ministério Público sabem ao certo quanto foi desviado da Estatal.
“Eu tomarei todas as medidas para ressarcir tudo e todos. A chamada delação premiada, onde tem os dados mais importantes, ainda não foi entregue a nós”, disse a presidente. “Eu farei todo o meu possível para ressarcir o País. Se houve o desvio de dinheiro público, nós queremos ele de volta”, disse, taxativa, a presidente.
A declaração vai de encontro à postura presidencial das últimas semanas quando ela criticava os chamados “vazamentos seletivos” das investigações da Operação Lava Jato ou colocava em dúvida os depoimentos de Paulo Roberto Costa. Na semana passada, por exemplo, Dilma chegou a classificar como “golpe” as informações prestadas pelo ex-diretor de refino da Petrobras.
Entretanto, desde quinta-feira, Dilma passou a defender as investigações da Lava Jato após as revelações que o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra teria recebido propina de Costa para esvaziar uma CPI que apurava a Petrobras.
Processo
Dilma Rousseff também criticou o senador e candidato à presidência da república Aécio Neves pela maneira como ele se referiu à ela, nos debates do segundo turno, e à candidata Luciana Genro (Psol), nos debates do primeiro turno. Em ambos os debates, Aécio classificou tanto Dilma, quanto Genro como “levianas” após ouvir críticas sobre o PSDB.
“Aí, é óbvio que tem que ter uma discussão e quando começa a discussão o candidato adversário não gosta e ele parte para algumas atitudes um tanto quanto desrespeitosas. Foi desrespeitosa comigo, foi desrespeitoso com a Luciana Genro...”, disse a presidente. “Ele nos chamou de leviana. Não acho uma fala correta para mulher”, disse a presidente.
Neste sábado, Aécio Neves disse que iria interpelar judicialmente Dilma pela condução de seus programas eleitorais afirmando que a presidente “baixou o nível da campanha”. A presidente, do outro lado, rebateu as críticas do tucano. “Ele pode querer processar, mas quem deveria processar somos nós (Dilma e Luciana Genro)”, declarou a petista.
“Eu acredito que o que é baixo nível é algo que deve ser completamente superado. Acontece é que nós temos propostas”, sinalizou Dilma.

Fonte: Ig.com

'Não se pode perder a dignidade na política', diz Aécio sobre baixarias petistas


Candidato tucano voltou neste sábado a convidar a presidente Dilma para um debate de ideias e propostas. Enquanto isso, Lula descia o nível dos ataques

O candidato do PSDB à presidência da República, Aécio Neves, participa de ato de campanha na quadra da escola de samba Império da Zona Norte , em Porto Alegre, na manhã deste sábado (18)
Alvo da campanha de baixarias petista, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, voltou neste sábado a convidar a presidente Dilma Rousseff para um debate de ideias e propostas. Em visita a Porto Alegre, o tucano adotou discurso na contramão das apelações protagonizadas pelos adversários e clamou pelo fim do “ringue” na disputa ao Planalto. “Na política, ganhar ou perder as eleições faz parte do jogo. O que não se pode perder na política é a dignidade e a compostura”, afirmou.

Enquanto Aécio fazia o pronunciamento, um comício do diretório mineiro do PT em Belo Horizonte desfilava um repertório de ataques ainda piores do que os de que o próprio Lula foi alvo em 1989. Petistas reduziram ainda mais o nível da campanha e ofenderam o candidato tucano – foram pronunciados xingamentos como "coisa ruim", "cafajeste", "playboy mimado", "moleque" e "desprezível". Ao discursar, Lula insinuou que o adversário agride mulheres costumeiramente e o comparou a Collor. Em meio ao desfile de ofensas, chegou a afirmar que é Aécio quem “parte para cima”.
“Não adianta querer ganhar perdendo. O que os nossos adversários estão fazendo nessa campanha não os dignifica. Eu acho que essa postura já os faz derrotados antes sequer das urnas serem abertas”, afirmou Aécio. “As pessoas querem ouvir as soluções para a saúde, para a segurança pública e para fazermos um Brasil crescer, gerando melhores empregos. Mas eu vejo um governo à beira do desespero, uma candidata à beira de um ataque de nervos e, obviamente não tendo como apresentar ao Brasil uma proposta de futuro, prefere fazer uma campanha com os olhos no retrovisor”, disse. O candidato anunciou que vai ingressar com uma nova ação contra Dilma na Justiça Eleitoral - que tenta, ainda sem sucesso, conter o baixo nível da campanha.
Alianças - Com a bandeira da unificação, Aécio participou de ato multipartidário em Porto Alegre ao lado de representantes de siglas como o PMDB, o PP e o PSB. O tucano defendeu a tese de que não é mais um candidato do PSDB, mas sim representante daqueles que querem um novo governo, e sinalizou que, se eleito, pode convidar nomes dessas legendas para a formação de um “núcleo de governo”. “A minha proposta para o Brasil é absolutamente convergente com aquilo que Marina Silva propôs: no que depender de mim, a base do núcleo do futuro governo está aqui representada, com PSB, PP, PSDB e esse lado tão bom que o PMDB tem representado pelo Rio Grande do Sul.
Diferentemente da aliança nacional, o PMDB gaúcho é oposição a presidente Dilma Rousseff: começou as eleições apoiando Eduardo Campos e Marina Silva, candidatos pelo PSB, e no segundo turno se aliou a Aécio Neves. Na disputa local, o favorito para vencer as eleições contra Tarso Genro (PT) é o peemedebista Ivo Sartori, que tem espalhado pelas ruas fotos ao lado do tucano.  “Aqui nós temos um conjunto de forças políticas para dizer que basta de tanto desgoverno e que vamos fazer uma grande parceria para uma gestão da generosidade, da união nacional, do fortalecimento da nossa economia e da geração de empregos”, afirmou Aécio.
Durante ato que lotou o ginásio da Escola de Samba Império da Zona Norte, uma das mais tradicionais do Estado, Aécio foi ungido por diversos parlamentares gaúchos – e ganhou de presente um chimarrão, o qual prontamente tomou no palco. Primeiro a falar, o vice de Marina Silva, Beto Albuquerque (PSB), afirmou que o Brasil não quer mais ser representado por nomes como Fernando Collor (PTB-AL), José Sarney (PMDB-AP) e Jader Barbalho (PMDB-PA) – todos aliados a presidente Dilma – e pediu votos a Aécio. “Eu e Marina fomos ofendidos, vilipendiados por essa turma que não tem mais argumentos para explicar a corrupção no Brasil. Hoje o Aécio não é mais o candidato de um partido ou de uma aliança. É candidato da maioria que quer mudar”, afirmou.
Um dos maiores ícones do PMDB, Pedro Simon também discursou: “Votar na presidente Dilma é uma interrogação cruel. Como ela vai governar se todos os nomes do seu partido estão envolvidos em corrupção?”, questionou. “O Aécio representa a última esperança de paz neste país”, disse.

Fonte: Veja.com

Bernildo Val participa de atividades ao lado de crianças no NASF de Buriti dos Lopes

A Secretaria Municipal de Saúde de Buriti dos Lopes, através do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), promoveu uma manhã festiva em alusão ao Dia da Criança, na quinta-feira (16). O evento foi realizado na sede do NASF e reuniu de crianças de 0 a 10 anos. Muita alegria e diversão marcaram a festividade.
Quem passou pelo local para cumprimentar a criançada foi o prefeito Bernildo Val, o mesmo estava acompanhado do vice-prefeito Bruno Pieca. Prefeito e vice aproveitaram a ocasião para conversar com os servidores daquela unidade sobre os serviços prestados a população buritiense.

Fonte: ASCOM

CHARGE DO DIA


charge sabado
Fonte: DN

Tucano diz que defende apuração

fSalvador. O candidato à Presidência pelo PSDB, Aécio Neves, defendeu ontem, em Salvador, a investigação sobre a possível participação do ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, morto em março, no suposto esquema de desvios de recursos da Petrobras para o financiamento de campanhas políticas. Em depoimento, o ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa disse que repassou propina ao tucano para esvaziar a CPI da Petrobrs, em 2009.

“É o mesmo tratamento para todos”, disse Aécio, na tarde de ontem, em Salvador, onde participou de caminhada com líderes políticos da oposição, como o prefeito da cidade, Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM). “Temos de permitir que as investigações avancem e sejam feitas. Se alguém tiver responsabilidade, independente do partido político ao qual esteja filiado ou sem partido político, deve responder pelos seus atos”.

O candidato aproveitou para ironizar a postura da presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), sobre o caso. “Não conheço esse depoimento, soube dele ontem (quinta), no debate (promovido pelo SBT)”, disse. “Pelo menos agora, ela (Dilma) parece confirmar ou crer nos depoimentos de Paulo Roberto (Costa), mas não vimos ainda nenhuma atitude dela em relação a pessoas muito próximas a ela que foram citadas como receptoras desse propinoduto que se criou na Petrobras”.

Histórico

Guerra teria recebido propina para ajudar a esvaziar uma CPI criada para investigar a estatal em 2009, de acordo com notícia que foi publicada no site do jornal Folha de São Paulo.

Sérgio Guerra, que morreu em março deste ano, era senador por Pernambuco e presidente do partido na época, além de integrar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

Segundo a Folha, quatro pessoas envolvidas na investigação da Operação Lava-Jato confirmaram que o líder do PSDB foi citado em um dos depoimentos de Costa, após ter decidido colaborar com as autoridades. O PSDB divulgou nota na qual defende que todas as denúncias de Costa sejam investigadas.


Fonte: DN

Palesta na luta contra o câncer de mama com o Dr. Thiago Almendra

17 de outubro de 2014

IstoÉ/Sensus: Aécio tem 56,4% dos votos válidos e Dilma, 43,6%



Pesquisa IstoÉ/Sensus sobre a corrida presidencial divulgada nesta sexta-feira (17) mostra o candidato do PSDB, Aécio Neves, com 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% de Dilma Rousseff (PT).

Se fossem considerados os votos totais, Aécio teria 49,7% e Dilma, 38,4%; 12% dos eleitores ainda se manifestam indecisos ou dispostos a votar em branco.

A pesquisa indica ainda que na reta final da disputa os dois candidatos já são bastante conhecidos pelos eleitores. O índice de conhecimento de Dilma é de 94,4% e de Aécio, de 93,3%.

Rejeição 
O índice de rejeição à candidata Dilma Rousseff, segundo o levantamento, é de 45,4%. Com relação ao tucano, a rejeição é de 29,9%.

O Sensus ouviu 2.000 eleitores de 136 municípios em 24 estados, entre terça-feira (14) e esta sexta (17). A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e está registrada na Justiça Eleitoral.



Fonte: Jornal do Brasil

A Marina do segundo turno: com Aécio e sem coque

Marina Silva aparece de cabelos soltos ao lado do presidenciável, Aécio Neves (PSDB), em São Paulo
Marina Silva aparece de cabelos soltos ao lado do presidenciável, Aécio Neves (PSDB), em São Paulo (Talita Fernandes/VEJA.com)
Encerrado o primeiro turno das eleições, Marina Silva decidiu mudar o visual: a candidata derrotada do PSB apareceu nesta sexta-feira para encontro com o presidenciável tucano Aécio Neves sem o penteado que se tornou sua marca registrada, o coque. Marina, contudo, não deixou soltas suas longas madeixas - a ex-senadora amarrou o cabelo em um rabo de cavalo e desfilou com ar muito mais leve do que aparentava nos últimos dias da primeira etapa da campanha. Colaborou para isso também o figurino: saiu de cena a trinca paletó, camisa e calça de alfaiataria e entrou a despojada calça jeans. Na camisa, adornada por um largo cinto, Marina colou um adesivo com o número do novo aliado. Questionada sobre o novo penteado, a ex-ministra creditou a mudança a uma gripe. Afirmou que, para fazer o coque, precisaria prender o cabelo molhado e, gripada, não pode fazê-lo. Aécio aprovou o visual: "Está muito bonita". (Talita Fernandes e Bruna Fasano, de São Paulo)


Fonte: Veja.com

CHARGE DO DIA

charge sexta
Fonte: DN

Pressionada por Aécio no debate do SBT, a presidente que se gabou de resistir a pressões 24 horas por dia perde o rumo no meio da entrevista e culpa a pressão


 Coluna do Augusto Nunes

Na noite de 11 de setembro, sentada no banco de trás do carro que seguia para o hotel no Rio, a repórter da Folha que acompanhava Marina Silva perguntou à candidata o que achara dos ataques que Lula lhe fizera na véspera. Marina, segundo a jornalista, teve de conter o choro enquanto murmurava, com voz embargada, que não pretendia revidar às agressões verbais. A reação naturalíssima não valia mais que uma nota no pé da página, mas foi noticiada com destaque. E Dilma Rousseff, instruída pelo marqueteiro João Santana, tentou transformar o choro que ninguém viu na prova definitiva de que Marina não estava preparada para governar o país.
“Presidente da República sofre pressão 24 horas por dia”, caprichou no dilmês castiço. “Se a pessoa não quer ser pressionada, não quer ser criticada, se não quer que falem dela, não dá para ser presidente da República”. Nesta quinta-feira, já no começo da entrevista concedida a uma repórter do SBT depois do debate com Aécio Neves, Dilma empacou no meio da palavra inequívoco: “Ineq,.. inequ… inequi…”, tropeçou. “Eu não tô… muito… ” A repórter perguntou se estava se sentindo mal. “A pressão caiu”, disse enquanto um assessor atarantado providencia cadeira, água e açúcar. Mais algum tempo e lá veio a explicação gaguejada: “Eu tive uma queda de pressão. Acredito que… é óbvio que um debate… ele é sempre … exige muito da gente”.
Pressionada por Aécio Neves durante 100 minutos, a mulher que se gabou de resistir a 24 horas de pressões por dia confessou que ficara desorientada por causa da pressão. Não demorou a recuperar-se, informaram a restauração da carranca e o olhar furioso endereçado à repórter que, em obediência à legislação eleitoral, dera a conversa por encerrada. Segundo o parecer com que procurou desqualificar Marina Silva, a candidata a um segundo mandato não está pronta para ser presidente.


Fonte: Veja.com

16 de outubro de 2014

Desorientada, Dilma interrompe entrevista após debate

A presidente Dilma Rousseff diz ter se sentido mal após debate no SBT
Em entrevista ao vivo logo após o debate do SBT nesta quinta-feira, a presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) perdeu o rumo ao falar sobre o duríssimo embate com Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência. Ao responder a pergunta da repórter Simone Queiroz, Dilma gaguejou ao tentar dizer a palavra "inequívoco", se enrolou e pediu para recomeçar a entrevista, momento em que foi avisada que estava ao vivo. Ela tentou retomar o discurso, mas em seguida alegou ter sentido uma queda de pressão e foi conduzida até uma cadeira próxima. "A presidente está passando mal aqui", disse a repórter, assustada. Um comentarista do SBT entrou no ar. Instantes depois a transmissão voltou a mostrar Dilma, em pé e aparentemente recomposta. "Debate exige muito da gente. Peço desculpas ao telespectador, mas é assim que nós somos". A repórter disse que esperava que a presidente estivesse se sentindo bem. Dilma, ainda um pouco desorientada, respondeu com rispidez: "Quero terminar a entrevista". Dilma tentou retomar a resposta, mas logo foi avisada que pela lei eleitoral o SBT deveria dar o mesmo tempo de entrevista aos candidatos e por isso não poderia estender a fala da candidata petista. Mais uma vez, Dilma foi áspera: "Se é assim que você quer, assim será", respondeu ela, encerrando um dos episódios mais bizarros de toda a campanha. Nos bastidores, os assessores da presidente se apressaram em afirmar que Dilma não havia comido nada o dia todo e se sentiu mal ao levantar da cadeira para a entrevista. O marqueteiro João Santana a socorreu com barra de cereal, chocolate e bala. "Meu filho, eu devia ter comido antes de sair de casa. Caiu um pouquinho a minha pressão. Eu senti que ia cair, mas aí imediatamente eu dei uma esfregadinha nos meus pulsos. A minha sorte foi que não aconteceu nada disso (durante o debate). Foi na hora que eu levantei, porque eu levantei subitamente", disse Dilma. (Talita Fernandes, de São Paulo)

 

Fonte: Veja.com