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13 de dezembro de 2017

Mega-Sena, concurso 1.996: ninguém acerta e prêmio acumula em R$ 39 mi


A Caixa Econômica Federal realizou nesta quarta-feira (13) o concurso 1.996 da Mega-Sena. As dezenas sorteadas: 07-20-21-24-40-56. Ninguém acertou os seis números, e o prêmio acumulou em R$ 39 milhões.

A Quina teve 144 acertadores, e cada um vai levar R$ 19.401,81. Outras 4.933 pessoas ganharam na Quadra. O prêmio, neste caso, é de R$ 809,08.

A expectativa de prêmio era de R$ 33 milhões para quem acertasse as seis dezenas. O sorteio foi às 20h (horário de Brasília) em Bragança Paulista (SP).

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Fonte: G1

A Caravana Natal Feliz, continua levando esperança e solidariedade em todo município de Caxingó

As localidades, Ema, Tourada e Olho d´água dos Bois, receberam nessa Quarta Feira (13) a equipe da CNF-2017. Dezenas de crianças e adolescentes receberam presentes, lanches e muito amor, em mais um dia de Caravana Natal Feliz. Mais da metade do município já receberam a Caravana em suas localidades, nessa segunda semana de distribuição de presentes. Semana que vem a Caravana Natal Feliz, concluirá as visitas em todas as localidades do município.
 

FONTE; Blog Caxingó Noticias

CHARGE DO DIA

Charge 13.12
Fonte: DN

Anvisa libera oferta do serviço de vacinação em farmácias


BRASIL - Farmácias e drogarias de todo o país vão poder ofertar o serviço de vacinação a clientes. A possibilidade foi garantida em resolução aprovada hoje (12) pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O serviço já era regulamentado em alguns estados, como São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Distrito Federal. Com a decisão, que será publicada no Diário Oficial nos próximos dias, ela será estendida às demais unidades da federação.

A resolução também estabelece exigências para estabelecimentos de saúde que vão ofertar o serviço. Esses devem estar inscritos no Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES), disponibilizar o calendário nacional de vacinação e os tipos de medicamentos disponíveis aos clientes.

Em cada local é obrigatória a designação de um responsável técnico e a contratação de profissionais habilitados para aplicar vacinas, com a realização de capacitações constantes. As instalações precisam ser adequadas e seguir parâmetros estabelecidos nas normas do setor, como ambiente refrigerado para armazenar as vacinas e cuidados no transporte dos materiais para não prejudicar a qualidade.

As regras aprovadas pela Anvisa também preveem obrigatoriedade de registro das informações nos cartões de vacinação e de erros ou problemas no sistema da agência e liberdade para emitir Certificados Internacionais de Vacinação.


Fonte: Imirante.com

Presidente da FIEPI participa de reunião com lideres empresariais no Palácio do Planalto

A reunião tem como objetivo basicamente defender a aprovação da Reforma da Previdência.
O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Piauí - FIEPI, Zé Filho, participa nesta terça-feira (12), da reunião de líderes empresariais com o presidente da República, Michel Temer e todos os presidentes de federações do Brasil no Palácio do Planalto. A reunião contou com a presença de ministros e do presidente do Conselho Nacional do SESI, João Henrique de Almeida Sousa. 
A reunião tem como objetivo defender a aprovação da Reforma da Previdência.

Fonte: ASCOM

Lançado edital para concurso da Polícia Civil e Delegado de Polícia

Lançado edital de concurso da Polícia Civil. (Foto: Reprodução)
SÃO LUÍS - Nesta terça-feira (12), a Secretaria de Estado da Gestão, Patrimônio e Assistência dos Servidores (Segep) publicou edital para provimento de 100 vagas para o quadro efetivo da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP).

As inscrições iniciarão às 10h do dia 18 de dezembro e vão até as 18h do dia 27 de dezembro de 2017 (horário oficial de Brasília) pelo site do Centro Brasileiro de Pesquisas em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).

Serão 20 vagas para o cargo de Delegado de Polícia Civil – 3ª classe, 20 para Escrivão de Polícia, 46 para Investigador de Polícia, sete para Médico Legista e sete para Perito Criminal, além de formação de cadastro de reserva.

Também haverá concurso para o cargo de Odontolegista, mas apenas para cadastro de reserva, já que não há vaga para provimento imediato. A taxa de inscrição será de R$ 220 para o cargo de delegado e R$ 150 para os demais cargos. As remunerações vão de R$ 4.550,28 a R$ 18.957,64.

Para concorrer ao cargo de Delegado é necessário ter concluído curso de nível superior em Direito, com diploma fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), e ter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de categoria B ou superior.

Já para os cargos de Escrivão e Investigador de Polícia, os requisitos são possuir diploma de conclusão de curso superior em qualquer área de formação e CNH categoria B ou superior.

Para concorrer às vagas de Médico Legista e Odontolegista é necessário ter diploma em Medicina e Odontologia, respectivamente, e registro nos Conselhos Regionais de cada categoria profissional.

Os candidatos que se inscreverem para o cargo de Perito Criminal deverão possuir graduação em uma das seguintes áreas: Agronomia, Ciências Biológicas, Ciências Econômicas, Ciências da Computação, Análise de Sistemas, Engenharias, Psicologia, Serviço Social, Física, Farmácia e Bioquímica, Geologia, Química ou Química Industrial, e registro em conselho de classe, quando for aplicável.

Veja o edital:



Fonte: Imirante.com

Desenvolvimento de Parnaíba é tema de solenidade comemorativa dos 79 anos do Rotary Club Parnaíba

Em comemoração aos 79 anos do Rotary Club Parnaíba, a instituição promoveu na noite desta segunda-feira (11), o Encontro de Cultura e Desenvolvimento, no auditório do Sesc, da Avenida Presidente Vargas, no Centro de Parnaíba. A solenidade teve início com uma apresentação do Coral da Cidade, sob a regência do maestro Beetholven Cunha. Logo depois, um dos mais experientes integrantes do Clube, o rotariano Renato Bacellar, abriu a série de palestras, expondo ao público um panorama do início e desenvolvimento do Rotary Club Parnaíba.

Integrantes do Club e várias autoridades da região se fizeram presentes, como o prefeito Mão Santa, a secretária de Desenvolvimento Social e Cidadania, Adalgisa Moraes Souza, o secretário municipal de Saúde, Raimundo Bessa, o secretário executivo e o chefe de gabinete municipal, respectivamente Valdir Aragão e Israel Correia, o vereador Carlson Pessoa, que foi representando a Câmara Municipal, além do vice-presidente da Federação do Comércio do Piauí (Fecomércio), Denis Cavalcante e da organizadora geral do evento, a empresária e rotariana Teresinha Medeiros, entre outras personalidades.
Em sua palestra, com o tema “Desenvolvimento do Piauí”, Denis Cavalcante, que substituiu o pai, Valdeci Cavalcante, em virtude de o presidente ter precisado se ausentar, motivado por um imprevisto que surgiu de última hora, falou das potencialidades que o Estado possui. Ele citou como exemplo a Zona de Processamento e Exportação (ZPE), os Tabuleiros Litorâneos, a posição estratégica do Aeroporto Internacional de Parnaíba e os inúmeros atrativos turísticos, muitos deles encontrados somente nesta região, como o Delta do Parnaíba. Entretanto, o desenvolvimento pleno do Piauí ainda esbarra em problemas de trafegabilidade e escoamento das mercadorias, devido, em grande parte, à falta de vontade da atual política dominante no Estado e ações fraudulentas.

Para exemplificar ao público ele deu como exemplo o grande projeto do Porto e Marina de Luís Correia, idealizados pelo presidente da Fecomércio. Denis Cavalcante mostrou um vídeo de como ficarão os dois empreendimentos, bem como a forma de escoamento dos contêineres e os espaços de visitação turística, com shopping, praça de alimentação e demais serviços.
Ao expor sua palestra sobre “Desenvolvimento de Parnaíba”, o prefeito Mão Santa disse que o município precisa fomentar e incentivar o meio empresarial e a iniciativa privada a produzirem mais, a crescerem mais, favorecendo a empregabilidade dos parnaibanos e de quem vive aqui. Ele falou também sobre as conversações acerca de novas parcerias que o município está mantendo com a agência de turismo CVC e com as empresas aéreas Azul e TAF. Ao falar sobre o Clube homenageado, o prefeito disse que “o Rotary é uma escola de liderança e que muito das suas habilidades administrativas e de gestor político ele aprendeu no Rotary”.

Para o vereador Carlson Pessoa, também presente ao evento, Parnaíba vive um momento muito importante, com ações enérgicas da atual administração municipal. “Este evento do Rotary foi realizado para tratar de empreendedorismo e as novas perspectivas para Parnaíba e as ações atuais são invejáveis, são seguras e que trarão grandes benefícios para os nossos cidadãos”, assegurou o líder do governo na Câmara.


Supcom

12 de dezembro de 2017

PRF apreende cocaína sendo transportada em táxi no norte do Piauí

PRF apreende cocaína sendo transportada em táxi no norte do Piauí
Policiais da 5ª Delegacia da Polícia Rodoviária Federal apreenderam no final da tarde dessa segunda-feira (11/12) cerca de 40 gramas de cocaína pura sendo transportada dentro de um táxi. O flagrante aconteceu no Km 33 da BR-343, entre Parnaíba e Buriti dos Lopes, em frente ao posto de fiscalização da PRF na região norte do Piauí.

O estudante Leonardo Ramos Moraes, de 19 anos, assumiu a posse do entorpecente e recebeu voz de prisão. Ele e outro jovem que também estava no veículo foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Parnaíba. Segundo a PRF, a droga avaliada em cerca de R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) seria revendida em Buriti dos Lopes.
Dupla foi conduzida para a Central de Flagrantes. (Crédito: Kairo Amaral)
“Pelo valor do entorpecente e de acordo com as condições financeiras dos conduzidos, acreditamos que a cocaína seria revendida em Buriti dos Lopes. Eles negam. Apenas o estudante que assumiu a posse foi autuado por tráfico de drogas. O outro foi ouvido como testemunha e em seguida foi liberado”, informou o inspetor da PRF, Tiago Caldas. 
Equipe da PRF de Parnaíba que realizou a apreensão. (Crédito: Kairo Amaral)

Por Kairo Amaral / Meio Norte

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CHARGE DO DIA

Charge 12.12
Fonte: DN

Água Doce: Nesta sexta-feira 15/12 acontecerá mutirão de oftalmologia gratuitamente para diagnóstico e tratamento do Glaucoma no posto de saúde da sede


A secretaria de Estado da Saúde do Maranhão, e a Secretaria Municipal de Saúde, realizará na próxima sexta feira (15) mutirão de oftalmologia gratuitamente para diagnóstico e tratamento do Glaucoma, com exames de medição da pressão dos olhos e avaliação do fundo do olho.
Os diagnosticados com Glaucoma receberão colírio gratuitamente, os pacientes devem levar xerox da identidade e do cartão do sus.

O atendimento será no dia 15/12, nesta sexta feira a partir das 14 hs no posto de saúde da sede.
Esta é uma ação da secretaria municipal de saúde do município de Água Doce em parceria com secretariar de saúde do estado.


Fonte: Blog do Edu

11 de dezembro de 2017

Kassab afirma que extinção da faixa AM de rádio será um processo natural

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, disse hoje (11) que o fim da faixa AM de rádio será um processo natural. “A extinção da faixa AM vai ser um processo natural. Com o tempo, as rádios AM que ficarem, não são poucas, são algumas centenas ainda, elas não vão ter equipamento para manutenção e troca e vão morrendo aos poucos”.

Para o ministro, o importante é dar a oportunidade para quem queira fazer a migração. “O nosso papel é fortalecer a qualidade dos serviços para que os brasileiros cada vez mais contem com uma radiodifusão eficiente. Nós procuramos, consensualmente, antecipar e dar agilidade a essas migrações. Na segunda etapa queremos trazer mais rádios para a migração, tivemos quase 700 rádios que já fizeram a migração e a ideia agora é fazermos mais um lote grande”, espera o ministro.

Segundo informações do site do MCTIC, até o fim de 2017 a pasta pretende completar o processo de migração para cerca de mil emissoras AM. Das 1.781 rádios AM do Brasil, 1,5 mil solicitaram a mudança. Nesta primeira etapa, os veículos poderão operar na faixa atual de FM, de 88 megahertz (MHz) a 108 MHz. As demais candidatas terão que esperar a conclusão do processo de digitalização da televisão, que vai liberar espaço para a modificação.

Kassab participou nesta segunda-feira da abertura do seminário As opções de preservação do conteúdo do rádio na atualidade, promovido pela Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (AESP). O evento reúne especialistas para discutir migração das emissoras AM para FM, novas tecnologias e smartphones com chip FM ativado; e a ocupação da faixa estendida eFM (76 a 88 MHz).

Segundo o presidente da AESP, Paulo Machado de Carvalho Neto, o setor tem recebido a migração de forma tranquila. “Estamos esperançosos de que essa mudança seja efetivamente algo importante para o setor, porque vai oferecer ao público uma qualidade de áudio muito melhor do que aquela que ele tem hoje. Mas também é necessária uma reciclagem por parte do radiodifusor, não é simplesmente mudar do AM para o FM, é mudar com conteúdo, programação, com perspectivas de estar no mercado bem representado”.

Smartphones com chip FM
Quanto à fabricação de smartphones com chip FM ativado, a questão deve ser ainda debatida, segundo o ministro. “É uma tendência, mas é algo ainda que está sendo debatido, é um desejo de qualquer país oferecer ao cidadão mais facilidades de acesso à radiodifusão, no momento em que você tem o celular com essa possibilidade, você amplia o acesso [ao rádio]”, avalia.

De acordo com uma proposta que tramita na Câmara dos Deputados, smartphones comercializados no Brasil poderão ser obrigados a ter a função de rádio FM. O projeto de lei 8.438/2017, do deputado Sandro Alex (PSD-PR), foi aprovado no último dia 29 pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI).

Pela versão atual do texto, “os aparelhos de telefonia celular que são importados, fabricados ou montados no país deverão conter a funcionalidade de recepção de sinais de radiodifusão sonora em Frequência Modulada”. O recurso deverá ser compatível com o padrão brasileiro, que terá uma faixa estendida em breve (de 76,1 até 107,9 MHz).

O deputado Sandro Alex argumenta, no texto, que aproximadamente 97% dos celulares produzidos no mundo têm receptor de rádio FM, mas apenas 34% possuem o recurso ativado, ”o que obriga que o consumidor adquira um pacote de dados, de forma onerosa, para o acesso às transmissões via streaming, tecnologia mais suscetível à instabilidade de transmissão”, esclarece o texto. O projeto de lei segue para aprovação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) e depois para votação no Senado.


Fonte: Imirante.com

Encerra dia 15 o prazo para atualização do cadastro de beneficiários do Bolsa Família

A Prefeitura Municipal de Parnaíba, através das Secretarias de Saúde e de Desenvolvimento Social e Cidadania, informam que esta é a última semana para os beneficiários do Programa Bolsa Família, que nesse semestre de 2017 ainda não compareceram em sua unidade de saúde para avaliação, fazerem o procedimento, pois o prazo final é sexta-feira próxima, dia 15.

Essa é uma condição imposta pelo Ministério da Saúde para que as famílias continuem recebendo o benefício. Portanto, essa avaliação destina-se às crianças menores de 7 anos e mulheres, incluindo gestantes, como público obrigatório.

A família deve dirigir-se à unidade de saúde munida do cartão do Bolsa Família e da caderneta de vacinação da criança. O não cumprimento dessa norma, dentro do prazo previsto, implicará no bloqueio do cartão, consequentemente, dos recursos que ficarão retidos no banco.

Para garantir o recebimento do benefício social, todas as famílias assumem o compromisso de realizar acompanhamentos de saúde, como o cartão de vacinação, serviços de pré-natal e saúde do bebê.

Coordenadores do programa em Parnaíba afirmam que é importante que as famílias compareçam com urgência as Unidades Básicas de Saúde (UBS). Elas receberão o cartão de acompanhamento do Programa Bolsa Família, que é um registro e respaldo, dentro do projeto, de que estão fazendo o acompanhamento. A intenção do acompanhamento é garantir uma proteção, melhorando a qualidade de vida.

Cocal lançará filme Revelação II no início de 2018


Cocal lançará filme Revelação II no início de 2018
Drama, suspense e ação. Tudo isso faz parte do enredo do filme Revelação II, com elenco composto por 18 atores e direção de Ronaldo Veras. A produção, que conta com o apoio da Prefeitura de Cocal, é uma continuação do primeiro filme, de mesmo nome, mas agora com um enredo mais sombrio sobre a luta do bem contra o mal. 

Ambientada em Cocal, a história gira em torno de um jovem psicopata que pratica atos de maldade contra as pessoas, julgando este ser esse o caminho certo. Também foram gravadas cenas no município de Bacabal (MA), terra natal do diretor do filme. 

"Com a ajuda da Prefeitura, estamos com um carro com o qual gravamos em Bacabal para enriquecer ainda mais o filme, pois eu queria trazer um pouco da minha cidade. Cocal também é uma cidade que eu amo e, por isso, esses dois lugares compõem a história do filme. É importante ressaltar que toda a equipe é de Cocal e região e que estão todos bastante compromissados com o projeto", conta Ronaldo Veras. 

Nesse sábado (9), foi realizado o evento "Garoto e Garota Colegial", com representantes das escolas da região, organizado pela equipe do filme, na quadra poliesportiva do bairro Ulisses. As vencedoras do Garota Colegial foram: em 1º lugar, Milena, do colégio Pinheiro Machado; em 2º lugar, Jéssica, do colégio Samuel Tupinambá e em 3º lugar, Angélica, do colégio José Basson. Já no Garoto Colegial, os campeões foram: em 1º lugar, Damião, do colégio Chico Monção; em 2º lugar, Lucas, do colégio Pinheiro Machado; e em 3º lugar, Gléydson, do colégio José Basson. 

"O objetivo do nosso evento era, primeiramente, unir os jovens e ressaltar a beleza das meninas e meninos de Cocal. Em segundo lugar, arrecadar fundos para o nosso projeto, que é o filme Revelação II", explica Lana Martins, atriz e organizadora do evento. 

Ascom Cocal

Pesquisador do Inca vê câncer controlado em até '15 ou 20 anos'


Nas décadas de 1980 e 1990, um mal pouco conhecido passou a assombrar o mundo e intrigar os cientistas: a Aids, causada pelo vírus HIV. Altamente letal à época, a nova doença se tornou um pesadelo. O filósofo Michel Focault, o ator Rock Hudson, o cantor brasileiro Cazuza e o lendário roqueiro Freddie Mercury foram apenas algumas das celebridades que morreram em decorrência dela.

Mas três décadas depois do surto inicial, as perspectivas de vida de um portador do vírus do HIV são bem diferentes das daqueles tempos. A eficiência dos coquetéis antirretrovirais é comprovada pelos números - no Brasil, o índice de mortalidade caiu mais de 42% nos últimos 20 anos, e a epidemia é considerada estabilizada. Hoje, a doença que mais assusta os brasileiros não é mais a Aids - e sim o câncer.

Segundo pesquisa do instituto Datafolha, esse é o diagnóstico que 76% das pessoas mais temem ouvir - é visto por elas praticamente como uma "sentença de morte". Só entre o ano passado e o atual, a estimativa era de que 600 mil novos casos surgissem no Brasil.
Mas diferentemente do senso comum, os tratamentos já evoluíram bastante, a ponto de João Viola, pesquisador do Inca (Instituto Nacional do Câncer) desde 1998 e chefe da divisão de pesquisa experimental e translacional do órgão, dizer que "a grande maioria dos cânceres são curáveis". "Hoje a gente tem capacidade de curar doentes. Esse estigma, a gente tem que combater", afirma em entrevista à BBC Brasil.

Por outro lado, ressalta ser difícil poder falar em "cura definitiva" quando se trata da doença, já que ela pode ser extinta em um órgão e voltar em outro. Até por isso, os cientistas trabalham para torná-la "controlável" - assim como é a infecção pelo HIV hoje.
"É muito difícil falar em cura porque, uma vez que você tem, precisa estar sempre em vigilância. Mas o que a gente está prevendo é que, em 15 ou 20 anos, o câncer vai ser a mesma coisa que a Aids. O paciente fica em tratamento-controle por muito tempo, e aí vira uma doença crônica. Isso é bem plausível, bem possível."

Leia os principais trechos da entrevista, na qual Viola fala sobre a evolução no tratamento da doença e as perspectivas sobre seu futuro.

BBC Brasil - Quando falamos em câncer, ainda há um estigma forte e uma ideia de que a doença é uma "sentença de morte", mais ou menos como era a Aids na década de 1980. Hoje, a Aids não foi erradicada, mas consegue ser bem controlada com remédios. O que evoluiu de lá para cá no caso do câncer?

João Viola - Existe uma correlação de desenvolvimento muito semelhante com a Aids, hoje a gente discute o câncer mais ou menos desse jeito. Mas é importante ressaltar que, quando a gente fala em Aids, a gente está falando em uma doença. Quando a gente fala em câncer, a gente está falando em mais de cem doenças diferentes. Há alguns mais agressivos, menos agressivos, mas é uma abrangência de diferentes tipos.

O ponto importante é: a grande maioria dos tumores hoje são curáveis. Desde que sejam identificados mais precocemente. Se a gente consegue identificar o tumor bem precoce, há intervenções com as quais conseguimos curar o paciente.

BBC Brasil - O câncer engloba várias doenças, mas o mecanismo de ação é o mesmo em todas elas, certo? Uma célula ruim que se multiplica e vai afetando um órgão. Por que, então, é tão difícil inibir esse mecanismo que forma os tumores malignos?

João Viola - O câncer é uma doença basicamente genética. Nosso genoma é a informação genética que nós temos, então o câncer tem uma base genética e ele parte de mutações no nosso genoma que alteram a fisiologia daquela célula. Uma célula, como qualquer ser vivo, nasce, divide, diferencia e morre. Toda célula tem que fazer isso. O câncer é uma doença genética que altera essa relação da fisiologia celular, e essa célula passa a se dividir desreguladamente e não morre.

Há um conjunto de genes chamados oncogenes que, quando estão no seu funcionamento normal, são fundamentais para nós. Mas se ele passa por uma mutação que o faz se desregular, isso altera a vida celular. Só que são milhares de genes. A gente já conhece algumas dessas alterações, mas elas são muitas, e relacionadas a diferentes tipos tumorais.

São doenças muito diferentes que podem ter estágios diferentes, e que são causadas por mutações em genes diferentes. O tumor X pode estar mais relacionado ao oncogene Y e por aí vai. Mas o mecanismo é o mesmo: em algum órgão seu, uma célula mutou para uma célula tumoral.

E aí tem uma coisa que a gente chama de microambiente tumoral. Quando a gente tem um tumor que está crescendo, ele altera o ambiente onde está, onde as outras células vivem. Os tumores malignos, além de crescerem naquele local, as células dele saem daquele tumor, pegam a corrente sanguínea e crescem em outros tecidos - que são as metástases. Então retirar o tumor não necessariamente retira o problema.

BBC Brasil - O senhor se formou no final da década de 1980, quando o câncer ainda era pouco conhecido. Um paciente que se descobria com a doença naquela época tinha quais tipos de tratamento disponíveis?

João Viola - O primeiro tratamento que se tem é a cirurgia. Até hoje, a primeira coisa que se faz é tentar retirar esse tumor. Então até que os primeiros quimioterápicos surgissem, era só cirurgia. Mas a probabilidade de curar assim era muito pequena, não vai resolver por causa dos tumores secundários que surgem.

No final da década de 1970, começam a surgir as primeiras químios, as primeiras drogas quimioterápicas que aparecem e que basicamente inibem a divisão celular, ou seja, inibe que aquela célula (tumoral) se divida muito. Só que são drogas completamente inespecíficas. Elas não inibem só a divisão das células tumorais, inibem a divisão das células normais também. Quais são as células nossas que dividem muito? Cabelo, pele, intestino - por isso que as pessoas que passam por químio têm problemas intestinais e perdem cabelo.

Então o que você fazia? Retirava o tumor por cirurgia e tratava por quimioterapia tentando matar aquelas células tumorais que você não sabe onde está. Junto com isso surge também a radioterapia, no século 20. Você tenta matar essas células também por radiação. Esse era o tripé do tratamento.

BBC Brasil - E hoje, três décadas depois, o que há de novidade nos tratamentos?

João Viola - No final do século 20 e início do 21: dois grandes grupos de drogas começam a ser importantíssimos e começam a mudar a perspectiva de vida dos pacientes, junto com as outras. Uma delas é a terapia-alvo. Você começa a conhecer melhor a biologia do tumor e consegue entender qual é o gene que faz o tumor X, Y, Z, quais são as mutações, e isso é muito importante. No final do século 20, a gente teve o genoma humano mapeado, e aí a gente conhece todos os genes humanos e sabe qual é a estrutura do gene normal. Sabendo isso, a gente começa a trabalhar em cima do câncer e entender: o gene X está mutado na doença A. E começa a correlacionar os genes e as doenças: esse gene é importante para desenvolver o tumor de mama, esse para o tumor cerebral e por aí vai. Aí começamos a desenvolver drogas que agem especificamente nessas vias que estamos falando, para interferir no gene X, Y ou Z. Isso é o que a gente chama de terapias-alvo. Se a gente sabe que há tal mutação, a gente vai trabalhar para bloquear essa mutação para se aproximar da cura. As terapias-alvo são um passo à frente da quimioterapia. Porque na quimio você vai lá e mata tudo, a terapia-alvo consegue ir naquele alvo específico. Uma das possibilidades que a gente tem, além de fazer todos esses tratamentos, é ativar o nosso próprio sistema imune para destruir o câncer, destruir a célula tumoral. Porque temos uma resposta imunológica no organismo contra ela, só que, por diversas razões, o tumor consegue escapar. Mas aí conseguimos modular esse escape e fazer com que as células do sistema imune combatam esse tumor. Essas são as imunoterapias. Agora uma coisa importante é o custo. Essas terapias não tiram as originais. O paciente continua sendo operado, continua usando químio, radioterapia e mais essas duas outras terapias. O que faz com que hoje o tratamento seja extremamente caro. Teremos que trabalhar isso, mas é um tratamento que está dando muito certo.

BBC Brasil - Se é possível fazer com que o próprio organismo produza os anticorpos para combater as células tumorais, isso significaria uma possível cura definitiva do câncer?

João Viola - Não necessariamente, porque essa resposta autoimune também pode ter consequências ruins. Veja, a maior revolução mesmo contra o câncer que temos hoje é uma outra coisa, os bloqueadores do ponto de checagem imunológico. Isso funciona assim: tudo em nosso organismo tem algo que acelera e tem um freio, como em qualquer lugar. Para balancear. A resposta imune é a mesma coisa. Há um ponto de checagem em que identificamos que essa célula, por exemplo, é tumoral - aí vem o linfócito e vai tentar matar. Esse linfócito reconhece inicialmente o problema e libera o anticorpo contra ele, mas depois o linfócito passa a ter na sua membrana umas moléculas que vão fazer um freio na resposta imune. Ela freia a resposta imune. Porque você ter uma reposta autoimune exagerada também vai causar doença - por exemplo, as doenças autoimunes. O tumor é feito pela gente, diferente de uma infecção viral ou de bactéria, que vem de fora. Então a resposta antitumoral é uma resposta que está na gente, ou seja, autoimune, a princípio. Então como qualquer resposta autoimune, o nosso organismo freia essa resposta. Porque indivíduos que apresentam problemas nesse freio têm doenças autoimunes. Há muitas: lúpus, artrite reumatoide.... O que se viu? É que no câncer, se eu venho aqui e bloqueio essa via negativa que freia os linfócitos, eu aumento a resposta antitumoral. Se eu posso ativar a resposta autoimune contra um tumor, também posso bloquear o bloqueador da resposta, que são essas moléculas. E aí o organismo consegue continuar multiplicando os anticorpos e os linfócitos conseguem combater e matar o tumor.

BBC Brasil - O câncer tem esse aspecto de ir e voltar. É possível hoje falar em cura real do câncer?

João Viola - É muito difícil falar em cura, porque uma vez você que tem, precisa estar sempre em vigilância. Você só cura se, depois de 20 anos, não apareceu mais nada. Só posso falar em cura se ela for definitiva. A gente sempre fala que o câncer pode recorrer, sim. Eu vi a Aids aparecer, depois vi os tratamentos. Então saí da faculdade, e ela não tinha cura. Um paciente que tinha diagnóstico de Aids, isso era uma sentença de morte. Um, dois anos de vida, seis meses. Mas mudou absolutamente, essa terapia tripla que se faz atualmente é uma coisa fantástica. Eu tenho amigos que são HIV positivo, não têm Aids e estão no tratamento há 15 anos. Mas vira uma doença crônica. É a mesma coisa que estamos falando da diabetes, vai ter que controlar o resto da vida. Hipertensão se trata para o resto da vida. Mas se fizer direitinho, está controlado. Mas não está curado. A Aids, a mesma coisa. O que estamos prevendo é que, possivelmente, em alguns anos o câncer vai ser assim. É possível que daqui a pouco a gente tenha tratamento e que o paciente fique em tratamento-controle por muito tempo, que vire uma doença crônica. Continue mais ou menos na correlação da Aids.


Fonte: G1