Páginas

22 de junho de 2016

Governo terá R$ 600 milhões de alívio nas contas e ainda reclama

A vice-governadora do Estado Margarete Coelho, participou da reunião dos governadores, com o presidente interino Michel Temer na segunda (20) em Brasília, onde pauta foi a renegociação da dívida dos estados. Na capital federal, ela disse que a reunião foi positiva para os estados e para o Piauí também. Mas quando chegou em solo piauiense a vice governadora, engrossou o seu discurso e disse que o Governo Federal deveria dar um bônus ao Estado, por ter pago sua dívida com a União. Se o Piauí pagou sua divida, não fez mais que sua obrigação. O positivo, desta história, é que a equipe financeira do Governo, o esforço correto   para quitar as dívidas e com a União e com isso livrar o Piauí deste sufoco financeiro, a grande maioria dos Estados brasileiros.
Para o secretário de Fazenda Rafael Fonteles, o alongamento da  dívida com o BNDES intressa ao Piauí. Ficou definido na reunião que as dívidas com o banco serão alongadas em mais dez anos, com quatro anos de carência. A medida agradou o secretário de Fazenda, Rafael Fonteles. Segundo ele, haverá uma folga no caixa do Estado. Neste quatro anos o alivio financeiro será de cerca de R$ 600 milhões. 
"O alongamento da dívida contraída com o BNDES, de dívidas anteriores, vai gerar uma folga no fluxo de caixa do Piauí, a curto prazo, algo em torno de R$ 150 milhões por ano. Não é uma operação de crédito nova. É um alongamento da dívida que já está sendo paga mês a mês das operações de crédito contraídas diretamente com o BNDES. Essa economia pode gerar uma folga no caixa nos próximos 12 meses em torno de R$ 150 milhões por ano durante a carência, que vai ser de quatro anos", afirmou o gestor.
Como uma folga de R$ 600 milhões no caixa do Estado não é positivo para um estado que está na eminência entrar no vermelho? Para a vice-govenadora a negociação não beneficia diretamente a o Piauí. "Representantes de estados como o Piauí e outros que não foram beneficiados diretamente com a negociação, fizeram um foro paralelo para discutir possibilidades de investimentos. Nós queremos ser 'premiados' por termos feito nosso dever de casa. Precisamos de mais investimentos na área de infraestrutura, obras essencias para o desenvolvimento do Estado e que gerarão mais emprego e renda para a população", reiterou.  Não dá para entender. 

Fonte: Blog do Bira

Nenhum comentário: