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3 de julho de 2015

Do ViraVida para o mundo do trabalho


Concludente do curso de Confeiteiro, a ex-aluna do ViraVida, Ruth da Silva Lima, hoje é um exemplo para muitos jovens que desejam mudar a forma de enxergar o mundo. “Hoje, descobri que tenho talento e estou focada na minha formação profissional. Já trabalho em uma empresa de alimentos e, quem sabe, se em breve não estarei abrindo o meu próprio negócio”, contou a jovem de 21 anos, com alegria estampada no semblante após receber das mãos do Diretor Regional do SENAI o diploma de mais um curso de formação profissional.
Há pouco mais de dois anos, a jovem Ruth Lima, proveniente de um bairro da periferia de Teresina e, sem perspectivas futuras, ingressou no programa ViraVida conseguindo então concluir o curso de Auxiliar Administrativo. Daí pra frente tomou gosto para trilhar novos caminhos e hoje já está no mercado de trabalho. Além disso, ainda encontra forças para assistir as aulas do 3º ano do ensino médio no turno da noite numa escola do bairro onde mora.
Trabalhando atualmente como Auxiliar de Cozinha na Cooks Eventos, Ruth sonha com a faculdade e diz que pretende fazer o curso de gastronomia porque é uma vocação. “Meu primeiro emprego foi nesse ramo, agora com esse curso do SENAI na mesma área terminei me apaixonando pela atividade”, ressaltou.
Sobre o ViraVida ela diz que o programa foi o ponta pé inicial para o começo de sua trajetória de mudanças. “Antes de conhecer o ViraVida, não tinha expectativa de vida. Lá, encontrei pessoas que acreditaram em meu potencial e foi muito gratificante para mim ser despertada para um mundo melhor. ViraVida é um projeto muito bacana porque inicia e reinsere o jovem no mercado de trabalho”,  afirmou.

O VIRAVIDA é um programa social proposto pelo Conselho Nacional do SESI em parceria com o “Sistema S” voltado para o atendimento a adolescentes e jovens com faixa 16 a 21 anos de idade em situação de vulnerabilidade social, marcados por violência sexual. O programa tem por objetivo contribuir para a promoção da autonomia e a efetivação dos direitos sociais e da cidadania, através da oferta de educação básica, educação profissional e apoio psicossocioeducativo, garantindo-lhes assim uma alternativa para a saída da condição de vulnerabilidade.

JÂNIO HOLANDA – ASCOM/FIEPI

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