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16 de junho de 2015

CLEANDRO MOURA é confirmado novo Procurador Geral

O governo do Estado oficializou em nota encaminhada à imprensa que o nome do promotor Cleandro Alves de Moura foi o escolhido pelo governador Wellington Dias para ocupar o cargo de Procurador Geral de Justiça do Estado. A nota da Coordenadoria de Comunicação diz que contou na escolha do governador a "experiência, o estilo de gestão e as propostas para uma nova administração do Ministério Público o levaram a escolha de Cleandro Moura".
Já denominado novo procurador-geral, pesaram para a escolha propostas de Cleandro como a implantação do Ministério Público Itinerante; a criação de Núcleos Regionais de Promotorias de Justiça; a instituição do Procon Móvel, para o atendimento de consumidores em todo o Piauí; o fortalecimento do Centro de Apoio Operacional de Combate à Corrupção e Defesa do Patrimônio Público (Cacop); e o aumento da receita.
Cleandro disputou a "preferência" do governador com os promotores Claudia Seabra e Elói Junior, respectivamente primeiro e segundo colocado na eleição entre os membros do ministério público. Os dois primeiros disputavam diretamente e eram quem, aparentemente, tinham mais apoio de outras entidades sociais. O próprio promotor Elói ganhou o apoio de 26 entidades em uma carta aberta que foi encaminhada ao governador.
Empatado com Eny Marcos, com 70 votos, Cleandro entrou na lista tríplice por ter mais tempo de serviço prestado no Ministério Público.
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HISTÓRICO DE CLEANDRO MOURA
Cleandro Alves de Moura é piauiense e entrou no Ministério Público em 1996. Ele iniciou a carreira como promotor de justiça substituto nas promotorias de justiça de Avelino Lopes, Parnaguá e Curimatá. Respondeu, também, por inúmeras promotorias como as de São Gonçalo, Pio IX, Santa Cruz, Cocal, Luzilândia, Esperantina, Barras e Luis Correia.

O novo procurador-geral também já ocupou os cargos de coordenador-geral do Procon/MP-PI, sub-coordenador do Procon de Parnaíba e membro do grupo de promotores designado para desenvolver ações de combate ao crime organizado e atos de improbidade.

Fonte: 180 Graus

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