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3 de novembro de 2014

Cedrogas intensifica desconstrução do discurso técnico entre profissionais da saúde

CEDROGAS - Coordenadoria de Enfrentamento as Drogas (Foto:Marcelo Cardoso)
Com o intuito de facilitar a comunicação entre os profissionais da rede de Saúde do Estado e os usuários de álcool e outras drogas que buscam atendimento, a Coordenadoria de Enfrentamento às Drogas (Cedrogas) intensificou, nos últimos meses, o trabalho de desconstrução do discurso técnico em palestras e capacitações em todo o Piauí. A medida também visa facilitar o encaminhamento dos pacientes para o destino correto, evitando que este passe por diversas triagens até a efetivação do tratamento.
“Nosso trabalho parte da conscientização dos profissionais ligados à rede de saúde para que estes compreendam a sua verdadeira função, partindo da sensibilização destes em relação à importância do acolhimento ao usuário. Com uma linguagem simples e mais acessível, os pacientes serão encaminhados, de imediato, para o órgão que será a porta de entrada para o início do tratamento. Com isso, nós reduzimos o tempo de espera dos pacientes, que se sentem estimulados a prosseguir com o atendimento”, ressalta Jeannete Souza, coordenadora de Enfrentamento às Drogas.
Nos últimos meses, o órgão organizou palestras e capacitações voltadas para profissionais de Saúde nas cidades de Parnaíba, Simplício Mendes, Valença, Picos, Paquetá, Passagem Franca, Bertolínia, Castelo do Piauí, Pimenteiras, Piripiri, Piracuruca, Barras e São Raimundo Nonato. Na oportunidade, a equipe multidisciplinar da Cedrogas faz uma apresentação sobre as ações desenvolvidas pela Coordenadoria, além de explicar sobre o funcionamento do fluxo de usuários para os órgãos que disponibilizam tratamento de desintoxicação e reinserção social.
A Associação de Pais e Amigos Excepcionais (Apae) de Simplício Mendes foi uma das instituições que recebeu palestras da Cedrogas. Segundo o presidente da instituição, Francisnaldo da Silva, a ação foi importante tanto para os profissionais que ali trabalham, como também para os familiares e demais membros da comunidade. “Percebi que os jovens entenderam o perigo que a droga traz, além de fazer com eles se tornassem multiplicadores, repassando as informações para amigos e conhecidos”, relata.


Fonte: CCom

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